Não é lá das coisas mais comuns, uma moça cantando e tocando contra-baixo acústico. Só por isso, já me chamou atenção. Outro dia, escutei uma música da Esperanza Spalding na rádio. Adorei a pegada e recentemente, adquiri o CD da baixista, vocalista e compositora. Recomendo!segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Esperanza Spalding
Não é lá das coisas mais comuns, uma moça cantando e tocando contra-baixo acústico. Só por isso, já me chamou atenção. Outro dia, escutei uma música da Esperanza Spalding na rádio. Adorei a pegada e recentemente, adquiri o CD da baixista, vocalista e compositora. Recomendo!sábado, 4 de outubro de 2008
1 ano - Shana Tova
Hoje é dia 4 de outubro, aniversário do Phepperland!
Apesar de estar meio ausente nos últimos tempos, não poderia deixar de passar por aqui nessa data!
Apesar de estar meio ausente nos últimos tempos, não poderia deixar de passar por aqui nessa data!
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Nonna Isa
Faleceu no último sábado a bisavó da Marcella.
Achei a nota do obituário da Folha de São Paulo muito bonitinha e resolvi colocar por aqui!
Por um mês e pouquinho que ela não vê nascer o primeiro tatara-neto!
Descanse em paz Nonna Isa!
As brincadeiras e cantigas italianas
ESTÊVÃO BERTONI
DA REPORTAGEM LOCAL
Achei a nota do obituário da Folha de São Paulo muito bonitinha e resolvi colocar por aqui!
Por um mês e pouquinho que ela não vê nascer o primeiro tatara-neto!
Descanse em paz Nonna Isa!
As brincadeiras e cantigas italianasESTÊVÃO BERTONI
DA REPORTAGEM LOCAL
De todos ali que bebericavam esporadicamente, a única a não sair nocauteada pelo álcool nos encontros de família era dona Isa, lembra o filho Rodolfo, cardiologista.
Elisa Occhialini adorava uma caipirinha. "Era a que mais bebia e estava sempre sóbria", brinca o médico.
Filha de imigrantes italianos, cresceu e viveu por longos anos no Cambuci, centro de SP. O pai era perfumista, dono de uma importadora de essências, e a mãe, dona-de-casa. Com eles, aprendeu cantigas e brincadeiras de origem italiana, que passou para os filhos (dois), netos (oito) e bisnetos (dez).
Em 1933, casou-se com um alfaiate. Foram morar num sobrado, até então a única casa da rua Oliveira Lima, no centro. "Quando chovia, alagava tudo, tínhamos que levar os móveis para o andar de cima", conta Rodolfo.
O marido desistiu das roupas que fazia com o pai e abriu uma gráfica, cujos serviços eram prestados principalmente para bancos.
Mudaram-se, depois, para uma casa nova, que excluiu da rotina da família os alagamentos. Nela, adoravam receber os amigos. O que fazia das reuniões um sucesso era o espaguete de dona Isa.
Há 24 anos, ficou viúva. O marido, já com problemas de saúde, caiu no quarto e não resistiu às hemorragias.
Para o filho, a mãe viveu muito porque "caminhava todos os dias". Em maio, teve um AVC (acidente vascular cerebral). Devido à doença, morreu no sábado, aos 94, em São Paulo, de insuficiência respiratória.
Elisa Occhialini adorava uma caipirinha. "Era a que mais bebia e estava sempre sóbria", brinca o médico.
Filha de imigrantes italianos, cresceu e viveu por longos anos no Cambuci, centro de SP. O pai era perfumista, dono de uma importadora de essências, e a mãe, dona-de-casa. Com eles, aprendeu cantigas e brincadeiras de origem italiana, que passou para os filhos (dois), netos (oito) e bisnetos (dez).
Em 1933, casou-se com um alfaiate. Foram morar num sobrado, até então a única casa da rua Oliveira Lima, no centro. "Quando chovia, alagava tudo, tínhamos que levar os móveis para o andar de cima", conta Rodolfo.
O marido desistiu das roupas que fazia com o pai e abriu uma gráfica, cujos serviços eram prestados principalmente para bancos.
Mudaram-se, depois, para uma casa nova, que excluiu da rotina da família os alagamentos. Nela, adoravam receber os amigos. O que fazia das reuniões um sucesso era o espaguete de dona Isa.
Há 24 anos, ficou viúva. O marido, já com problemas de saúde, caiu no quarto e não resistiu às hemorragias.
Para o filho, a mãe viveu muito porque "caminhava todos os dias". Em maio, teve um AVC (acidente vascular cerebral). Devido à doença, morreu no sábado, aos 94, em São Paulo, de insuficiência respiratória.
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
nó de gravata
Taí! Essa imagem ajuda muito para quem não usa terno no dia a dia e eventualmente tem que se fantasiar para algum evento!
sábado, 6 de setembro de 2008
Animal x Bud Rich
Duelo fantástico entre o Animal do Muppet's Show e o monstro das baterias Bud Rich!! Apresentado pelo italian Caco!
terça-feira, 2 de setembro de 2008
menos de um segundo
Virei na minha rua quando voltava da casa dos meus pais e vi um movimento estranho com uma moto. A princípio, não entendi nada... Escutei um grito e imaginei que era um assalto. Acelerei o carro.
O cara da moto, me viu, fez a volta e veio na minha direção. No reflexo, fui em cima dele.
Só que daí, tive aquela fração de segundo para pensar. Cheguei a olhar na cara do safado. Mas não tinha certeza do que tinha visto... Desviei e fui socorrer a vítima que era uma mulher.
Perguntei se ele tinha roubado alguma coisa. Ela, assustada, me disse que tinha conseguido segurar a bolsa e que fora arrastada pelo FDP. Estava machucada. Devia estar com as costas raladas.
Ofereci ajuda e acabei acompanhando a moça até sua casa. Infelizmente, mais que tudo, deve ficar uma cicatriz psicológica na vida dela. Que animal que arrasta uma mulher pela bolsa no meio da rua?
Apesar de não ter um final "duro de matar", minha decisão de menos de um segundo, foi a melhor possível. Juro que fiquei com bastante vontade de mandá-lo pelos ares, mas é certeza que fiz a coisa certa.
O cara da moto, me viu, fez a volta e veio na minha direção. No reflexo, fui em cima dele.
Só que daí, tive aquela fração de segundo para pensar. Cheguei a olhar na cara do safado. Mas não tinha certeza do que tinha visto... Desviei e fui socorrer a vítima que era uma mulher.
Perguntei se ele tinha roubado alguma coisa. Ela, assustada, me disse que tinha conseguido segurar a bolsa e que fora arrastada pelo FDP. Estava machucada. Devia estar com as costas raladas.
Ofereci ajuda e acabei acompanhando a moça até sua casa. Infelizmente, mais que tudo, deve ficar uma cicatriz psicológica na vida dela. Que animal que arrasta uma mulher pela bolsa no meio da rua?
Apesar de não ter um final "duro de matar", minha decisão de menos de um segundo, foi a melhor possível. Juro que fiquei com bastante vontade de mandá-lo pelos ares, mas é certeza que fiz a coisa certa.
terça-feira, 26 de agosto de 2008
livrodeformatura-se
Confesso... Me diverti que nem criança com este site que cria fotos daqueles livros de formatura a partir de uma foto pessoal.
Com uma ferramenta bem prática, dá para colocar a sua face em vários modelos de diferentes épocas entre 1950 e 2000.
O resultado da minha brincadeira foi colocado nesse slideshow aí em cima. Abaixo, a foto original!
Link do site: www.yearbookyourself.com/
Com uma ferramenta bem prática, dá para colocar a sua face em vários modelos de diferentes épocas entre 1950 e 2000.
O resultado da minha brincadeira foi colocado nesse slideshow aí em cima. Abaixo, a foto original!
Link do site: www.yearbookyourself.com/
dica da Marcella.