segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Bobby McFerrin

Esse dispensa apresentações. Para quem acha que não conhece, é dele a famosíssima Don't worry, be happy.
Também vai passar muito por Phepperland, mas pra começar vai uma antiga que alegra o dia. Pelo menos alegrou o meu!

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

gabriela

Mais nova integrante adotada pela família Marini. Na foto ela está na frente e o Peppe atrás. A sacola é a mala com os patrimônios dela, um jacaré de pelúcia, um jornal de borracha, uma mini-bola de rugby também de borracha e dois ossos de couro parcialmente comidos.
Veio pra ficar!
E chegou no dia do aniversário da Marcella. Aliás, em nome de toda Phepperland, eu gostaria de publicar os parabéns e agradecer por você ser quem é! Te amo.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

São Coltrane

Ao lado do altar da igreja na rua Fillmore, em São Francisco, há um órgão, dois contrabaixos, uma bateria e três microfones. O hinário, ou livro de músicas, encontra-se aberto em uma peça de título "Blues for Bechet". Pendurado na parede lateral, um ícone do santo padroeiro da congregação, com um halo dourado em volta da cabeça e segurando um sax tenor com um brilho emanando da campana.
Sendo esta a casa do jazz e de Deus, o culto do domingo de manhã começa, na verdade, no domingo à tarde, o equivalente a madrugar para qualquer músico que fez três shows no sábado à noite. Clérigos, diáconos e coroinhas aparecem, liderados por um homem alto e magro com um sax tenor bamboleando pendurado por uma tira presa em volta da gola padre. Ele é o arcebispo Franzo Wayne King, fundador e pastor desta comunidade de fiéis, a igreja ortodoxa St. John Will-I-Am Coltrane African.

Durante as três horas seguintes, o culto se divide em jam session e encontro espiritual. A liturgia cristã tradicional, incluindo o Pai Nosso e as leituras de um evangelho e uma epístola, discorre em meio a uma série de performances intensas, quase mágicas, de composições de Coltrane. "Você é aquilo que você escuta", diz King em seu sermão. "Quando você escuta John Coltrane, você se torna um discípulo do sagrado."

A igreja de Coltrane não é um engodo publicitário nem uma mistura forçada de música de nightclub e fé etérea. Sua mensagem de libertação por meio do som divino é, na verdade, bastante coerente com a experiência e a mensagem do próprio Coltrane.

Durante uma vida criativa ao extremo e finda precocemente aos 41 anos, Coltrane produziu um conjunto de performances e composições que se mantiveram como profunda influência entre músicos e ouvintes de jazz, assim como dos entusiastas do rock experimental. Hoje, 40 anos após sua morte, ele permanece como presença consolidada no cânone da música norte-americana.

Coltrane também incorporou uma figura religiosa. Viciado em heroína na década de 50, cortou o vício de uma vez e completamente, e mais tarde explicou que havia escutado a voz de Deus durante sua angustiante fase inicial de abstenção. Em 1964, gravou o álbum "A love supreme", com canções originais de louvor em estilo free-jazz.

Estudando as religiões orientais, além do cristianismo, passou a lançar músicas religiosas mais de vanguarda em "Ascension", "Om" e "Meditations". Em 1966, um repórter no Japão perguntou a Coltrane o que ele esperava ser dali a cinco anos, ao que o músico respondeu: "Um santo."

A matéria é de Samuel G. Freedman do The New York Times e as fotos de Heidi Schumann. Copiada do site globo.com.

A Igreja se chama St. John Coltrane African Orthodox Church e tem até site: http://www.coltranechurch.org/. O endereço: 1286 Fillmore St San Francisco, CA. Uma boa dica para quem for visitar a cidade! Conhece alguém?

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

lembrete

Gostaria de fazer um lembrete a todos que passarem em Phepperland. No domingo tem aquele show da Diana Krall grátis no parque Villa Lobos às 11h45. À partir das 10h00, tem Tradicional Jazz Band e Banda Mantiqueira.
Para os capitalistas preguiçosos de plantão, este não é um show para se desperdiçar. Anteontem, no Rio de Janeiro, os fãs pagaram de 120 a R$ 400 para ver a cantora. Isso tudo, sentados em uma casa de show com cheiro de cigarro. De graça, no parque, com sol (será?) vale a pena ao menos pelo passeio...

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Braddah IZ

Nesse fim de semana perfeito com praia vazia, sol e gente boa por perto, escutei a mesma música diversas vezes! O CD entrou no som no sábado de manhã e só saiu domingo à noite. Preguiça, simpatia ou falta de alternativa mesmo.
A música em questão é uma versão de What a Wonderful World tocada e cantada por Israel Kamakawiwo'ole apelidado de Braddah IZ. Como disse, já conhecia essa versão mesmo, mas não fazia idéia de quem a interpretava.
Hoje resolvi achar alguma informação pra colocar aqui. Trata-se de um cantor havaiano muito famoso em seu país e teve sucesso internacional com seu album Facing The Future. Nesse álbum que ele gravou esse tema, já imortalizado por Louis Armstrong, em que se ouvia apenas sua voz e seu Ukulele (violão havaiano de 4 cordas e tamanho reduzido).
Chegou a pesar 343 kg e teve diversos problemas de saúde por conta disso. Faleceu em 1997 com 38 anos por problemas respiratórios, causados pela obesidade mórbida.
Fiquei encarregado de procurar mais músicas dele para outros finais de semana perfeitos.

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Lamborghini

Dentro da categoria sonho de consumo praticamente impossível, está essa Gallardo. É um carro de design e desempenho impressionantes.
O que está em questão não é só o carro, mas o que vem por trás dele. Não compraria esse carro aqui no brasil pra ficar subindo e descendo a avenida europa. Tinha que ser em algum lugar como monaco por exemplo.
Montado em um motor V10 de de 5.0 litros, é capaz de fazer de 0-100km em 4 segundos. Não é o melhor carro do mundo mas dá pro gasto! Escolhi ele pra começar a colocar grandes machinas em Phepperland, porque além de ser um dos que mais gosto, tem um video que eu acho muito bom!
Se tiver algum fã do U2, me diga onde que tem essa versão dessa música, ou se foi gravada só para esse video...

fim de semana perfeito

Tenho aproveitado cada vez mais os meus finais de semana. Sempre tive um problema de ansiedade nestes dois dias que passam muito rápido. Esse problema é aquela vontade de fazer mil coisas e poder fazer umas três ou quatro.
O excesso de vontade e falta de iniciativa acaba consumindo energia e fazendo com que eu não consiga fazer nem uma. Daí a consiência pesa e vai-se a alegria do fim de semana. Quem nunca teve síndrome de domingo?
Mas o que é legal, é que nos últimos finais de semana, tenho conseguido não me castigar por não fazer tudo o que eu quero. Simplesmente faço uma coisa de cada vez. Sem pressão!
Tem dado certo! Recomendo!